Abrindo Espaço

Hello, hello baby! Hoje é sexta-feira, a diva da semana! Uhu! Estou empolgadíssimo com o tributo a finada Emy Wine House, que acontecerá num pub novo da cidade. Fiz meia dúzia de ligações e já mobilizei as ‘bi’ para a festinha.

Ai gente, tomara que não aconteça hoje o que aconteceu na semana passada na festa. Socorro! Só de lembrar fico raivoso. Vocês não vão acreditar.

Sábado passado fui para a boate com a turminha! Festinha babadeira, com DJ internacional, muito bate cabelo, poledance e o melhor de tudo OPEN BAR. Existem duas frases que mexem demais comigo, uma delas é EU TE AMO e a outra é OPEN BAR! Já fico todo arrepiado só de ouvir isso! Adoro!!!

A festa estava muito lotada, milhares de ‘cafuçô’ por metro quadrado, muita luz piscando e a música a todo pau fazia todos dançarem freneticamente. Uma delícia! A única coisa ruim mesmo era a disputa por um lugar onde fosse possivel requebrar até o chão. Nem tudo que é apertado é ruim né, mas uma festa, ninguém merece.

Éramos seis, por isso ficava dificil formar uma rodinha de dança, mesmo assim a gente ia empurrando um e outro, as vezes disfarçava que estava abrindo espaço e se esfregava bem no boy magia que passava. Porque tirar uma ‘casquinha’ é bom, né?! Quem nunca?

Teve momentos que eu fiquei pensando, não cabe mais ninguém dentro dessa boate, não tem nem para onde correr se pegar fogo nesse lugar, que medo!

Enquanto dançávamos feito loucas, curtindo demais a noite com os amigos, eu senti um cheiro horrível, ou melhor TERRÍVEL! Um cheiro a podre tomou conta da festa, gente, era desesperador, meu nariz ardeu com o fedor a esgoto! Nem perto de  fedor de banheiro químico ou de rodoviária, era mil vezes pior.

Eu me assustei com tamanho fedor que dei um grito no meio da nossa rodinha de dança:

– Amichas, estouraram a peida!!

Não sei quem foi a bicha porca que arrebentou a bunda com um peidão fedorento, capaz de matar uns quantos. Pelo amor da vaca gersei. As ‘bi’ se dissiparam de uma maneira que em segundos sobrava espaço na pista que estava lotada. Que nojo!

Tem gente sem noção mesmo. Eu torço que a próxima vez que uma ‘marica’ relaxada fizer isso, ela se cague toda na festa, ou melhor, que a música pare bem na hora que ela estiver peidando e que todas as ‘bi’ da volta ouçam de qual edí veio o furacão fedendo a fossa.  Ora! Francamente! Até a roupa da gente poderia ficar impregnada.

Depois de muitos minutos conseguimos retornar a pista, porque aquele cheiro pairava no ar. Nem gelo seco disfarçava o fedor deixado pela bicha peidorreira. Que maneira mais deselegante de abrir espaço para dançar.

Smack!

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