We’re Here, We’re Queer, Get used to

Ah a magia da TV

Venham internet, iPhones, Ipads, HD3D, Google glass ou qualquer outra novidade tecnológica – ela sempre será nossa queridãn de todas as horas – seje na hora da minha, da sua, da nossa nvela das 8 ou pra çençualizar assistindo os clip da Shakira (quem nunca?)

A TV é a mais potente formadora de opinião alcançando os mais longínquos cantos desse mundão de NOSSASINHÓRAMÃEDEDEUS.

E como televisão tá aí pra retratar a realidade,  seriados, sitcoms e até telenovelas estão cada vez mais interessadas em nosso brilho natural e os gays roubam a cena seja no drama ou naquilo que sabemos fazer de melhor: Humor

E pra você, queridãn iniciante nesse glorioso mundo do truque, nós aqui do DPDL montamos um guya cheio de amor and carisma pra você seguir todas azamygue que bría nas telinhas mundo afora.

Tá pronta biatch? Pega na minha antena parabólica (tá bôwa) e vem:

FRIENDS

A saudosa e uma das primeiras séries americanas a contar a história de Carol, casada com um dos Friends – Ross – que após conhecer Susan resolve largar do marido pra viver um romance homoafetivo.

Susan e Carol

A boa sacada de tudo isso, era o bom humor em que a situação era representada, mesmo em ocasiões constrangedoras.

 

DAWSON’S CREEK

A série teenager americana que lançou Ms. Tom Cruise, foi também responsável pelo primeiro beijo gay em seriados de tv. O protagonista do beijo? Jack McPhee, interpretado pelo ator Kerr Smith, que vivia na série o biotipo do gay pra casar – que não curtia balada nem meanless sex (really?).

Jack McPhee

Lindinho, pra casar e com esse braço? Ficção honey.

 

QUEER AS FOLK

Que nasceu no Reino Unido

 

Mas que só vingou mesmo em USA

Série que contava com realismo a vida, o dia-a-dia e as histórias trágicas/românticas/cômicas/sexuais de seus personagens homossexuais.

O seriado esteve ao ar por 5 temporadas, e durante esse período acabamos conhecendo um pouco de Brian – o mulherengo Bon Vivant que não podia ver homem passar,  Michael – seu melhor amigo e protagonista, que alimentava um amor platônico por seu amigo e vivia sempre em pé de guerra com sua mãe ativista das causas gays – Debbie e Justin – o gay novato, que corria atrás do Brian como todo adolescente apaixonado.

 

Agora diz aí: Qual versão de Brian cês tem mais vontadje de sentar com edy na cara com toda força?

Well – adiante

THE L WORLD 

Em resposta ao boom que Queer as Folk causava, eis que surge uma história contada sob a ótica feminina

A série mostra a vida de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais que vivem na cidade de Los Angeles, California – E contava com a atuação da protagonista do aclamado Flashdance, Jennifer Beals.

 

WILL & GRACE

By far a série americana com temática gay mais bem sucedida da TV gringa.

A história gira em torno da amizade saudável de Will – um Advogado encalhado cheio de manias e Grace – uma Designer de Interiores que tem pouca ou nenhuma sorte quando o assunto é homens.

Até aí tudo bem. Mas o que realmente chama a atenção pra essa série é a dupla coadjuvante que virou a queridinha do público gay:

Karen e Jack

Os atores Megan Mullally e Sean Hayes eternizaram os maiores ícones da série e do universo gay com seu humor ácido e sua falta de modos que todos nós amamos.

 

Tem como não amar?

 

GLEE

Narra a história de um grupo musical de uma escola americana e além dos números musicais cheios de extravagância, a série também tem um relacionamento gay entre Kurt Hummel e Blaine Anderson.

Kurt e Blaine

Interessou? Dá uma olhada então

 

Freakin’ great isn’t?

MODERN FAMILY

É o retrato de uma familia não muito convencional misturando um casal gay, um pai casado com uma latina mais jovem e uma familia ‘normal’ com filhos com problemas.

 

UGLY BETTY

A versão americana de Betty, a feia trás dois personagens gays: Marc St. James – o típico gay estereotipado que trabalha em uma revista de moda e Justin – uma mulher transexual. O primeiro – Justin – inicia a série como um enrustido e somente ‘sai do armário’ na quarta e última temporada.

 

Então amygues – esse foi um apanhado do que a gente mais adora da gringa e é claro que muita coisa ficou de fora (oi?)

E não só lá fora nós vemos esses personagens como também na TV brasileira eles estão cada vez mais presentes.

Sejam caricatos ou com papel social sim – pouco a pouco aqui em terras tupiniquins eles também estão ocupando seu espaço.

E nós sabemos que ainda existe um longo caminho ahead , mas é bom saber que seja no drama ou no humor – estamos sendo rycamente representados.

E como diria nosso amygo Jack McFarland

No one interrupts the Queen of Soul, bitch. Ok?

Néan!?

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