Primeiro Beijo do Givago

É tão emocionante tocar neste assunto, foi o marco da libertação, libertação de mim mesmo, foi fácil e gostoso, mas depois difícil e doloroso.
Sorte a minha ter sido com um amigo, mas foi um azar também. Confusão né??! Vou contar isso de uma vez. Criaturas, vocês não vão acreditar, mas eu tinha vinte e cinco anos quando beijei o primeiro cara, sim, sim, juro de joanetes juntos que durante todo este tempo eu tinha só vontade, vontade avassaladora, mas eu resistia, resistia. Então, depois de uma reuniãozinha na casa de um amigo, mas a gente se chamava de amiga, fomos para festa, uma festa feita para gente como a gente. Era verão, eu fui de bermuda, ah, socorro, mas isso é um detalhe que eu queria esquecer, mas não consegui, enfim, bebíamos muitos drinks, dançávamos freneticamente na pista em uma roda que parecia brincadeira de ciranda, estava divertidíssimo. Foi então que eu me afastei do grupinho, sorrateiramente, e vi aquele gatinho, hoje nem tanto, mas na época, aff, sentado em uma cadeira num espaço externo, que dava para ver o céu estrelado, eu me aproximei com determinação, segurei do rosto com barba por fazer e o beijei, de olhos bem abertos porque se ele me rejeitasse, eu saberia para onde sair correndo, mas isso não aconteceu.


Ufa! Eu não lembro, mas meus amigos, que chamava de amigas, relataram que foi um beijo demorado, curtido, saciando toda aquela vontade de experimentar o desconhecido. Depois que relaxei, sim, estava uma pilha de nervos, mas me controlava para não aparentar tamanha euforia, consegui curtir os lábios daquele sortudo, porque foi um privilégio para ele beijar minha boca virgem de lábios masculinos, foi então que um objeto estranho encostava na minha língua, e batia nos meus dentes, era um piercing, ai que tudo, a boca que eu escolhi tinha surpresinha, foi demais, ai já estava super a vontade, beijando móinto! Não podia demorar a me adaptar né gente, imagina.
Depois dele foram mais outros, mas daí já parecia que eu tinha uma experiência e tanto, era uma olhada de canto, uma piscada e sorriso de meia boca, tava no papo, é tão bom beijar, depois eu já fechava os olhos, não que eu não precisasse mais saber para onde corrrer mas eu já tinha aprendido aproveitar aquele momento de beijo, hummmm, adoro beijo. Então uma etapa foi vencida e abri caminhos a serem desbravados. Ah, depois eu conto porque foi ruim ao mesmo tempo, gostei de relembrar só a parte boa.

Smack!

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