Desconstruindo estereótipos

Pessoal, todos nós sabemos que existem inúmeros estereótipos com relação aos homossexuais de ambos os sexos.

E não estamos falando do tipo “toda bicha ouve Madonna” ou “toda sapata curte Ana Carolina”.

Resolvemos ir um pouco mais a fundo no tópico e desenvolver uma tabelinha que é pra imprimir e colar no espelho da sala.

Estereótipo

 

Fato

Nas relações homossexuais um ou uma faz o papel de mulher e o outro ou a outra de homem.

Nas relações homossexuais os parceiros partilham indiscriminadamente os papéis consignados socialmente a ambos os sexos. Isto quer dizer que nenhum finge que é do sexo oposto.

Os homossexuais são mais obcecados pelo sexo.

Sexo é tanto ou tão pouco importante para os homossexuais como para os heterossexuais. Na verdade, o que observamos é que a sexualidade masculina é mais facilmente expressada do que a feminina.

A homossexualidade é causada por um trauma durante a infância.

A maioria dos homossexuais não tiveram dificuldades especiais durante a sua infância.

Os filhos de homossexuais tornam-se homossexuais.

Investigações científicas mostram que as pessoas são homossexuais independentemente da orientação sexual de seus pais. Até porque, se esse fosse o caso, seríamos todos heterossexuais, não?

 

Os homossexuais sentem-se atraídos por todos os membros do seu sexo.

Não é suficiente que a pessoa seja do mesmo sexo. Os homossexuais têm critérios de escolha do parceiro tão exigentes como os heterossexuais.

Uma pessoa é homossexual porque não consegue relacionar-se com os membros do sexo oposto.

A homossexualidade não tem nada a ver com capacidades de atrair o sexo oposto.

Informação positiva sobre a homossexualidade resulta em mais pessoas “se tornarem” homossexuais.

 

Informação positiva não faz com que haja mais homossexuais. Surgem sim mais pessoas com coragem para se assumir, visto que a informação ajuda a diminuir os preconceitos.

(Fonte: http://homofobia.com.sapo.pt/seraassim.html)

Então gente, seja gay, hétero, trans, bi, tri… enfim… não importa. Vamos abrir um pouco as nossas cabecinhas e perceber que a nossa orientação sexual não nos define como indivíduos.

Não somos tão diferentes assim… no final das contas, todos temos algo em comum.

E como diria Aretha Franklin: “R-E-S-P-E-C-T!”

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